Helder Barbalho lidera ranking nacional e aparece entre os governadores mais bem avaliados do Brasil
Em um momento em que os governos estaduais estão cada vez mais no centro das decisões sobre segurança pública, infraestrutura e serviços sociais, o Pará volta a ganhar destaque no cenário nacional. Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data apontou que o governador Helder Barbalho (MDB) alcançou um dos mais altos índices de aprovação do país, consolidando sua posição como uma das figuras políticas mais relevantes da atualidade.
De acordo com o levantamento, Helder registra 82% de aprovação popular, resultado que o coloca no topo do ranking nacional. O desempenho robusto fortalece ainda mais sua influência nas articulações políticas e reforça o protagonismo que o Pará vem assumindo em debates de interesse nacional.
Pelos critérios da pesquisa, Helder Barbalho aparece tecnicamente empatado em primeiro lugar com Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, ambos ocupam, na prática, o mesmo patamar de popularidade.
Logo abaixo, despontam outros gestores bem avaliados no país, como Rafael Fonteles (PT), do Piauí, e Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo, ambos com 81%. Na sequência aparecem Fábio Mitidieri (PSD), de Sergipe (72%); Mauro Mendes (União Brasil), de Mato Grosso (70%); Paulo Dantas (MDB), de Alagoas (68%); seguido por Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, e Laure Iz Moreira (PSD), do Tocantins, ambos com 62%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), figura com 60%.
No Pará, a alta aprovação de Helder reflete também o clima político local. O governo tem apresentado avanços percebidos pela população em áreas sensíveis e historicamente desafiadoras, como infraestrutura, segurança e políticas ambientais. Esse movimento acompanha a tendência registrada no Paraná, onde a maioria dos entrevistados demonstra desejo de continuidade administrativa — cenário que também se repete entre os paraenses.
Sobre a pesquisa
O Real Time Big Data realizou entrevistas com 1.200 eleitores entre os dias 25 e 26 de novembro. A margem de erro é de três pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.