COP15 amplia proteção a peixes da Amazônia e ariranha

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A Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias (COP15) aprovou medidas para fortalecer a proteção de grandes bagres da Amazônia e incluir a ariranha entre espécies com atenção internacional. O encontro ocorre em Campo Grande (MS).

Uma das decisões foi a criação de um plano voltado à conservação de peixes migratórios, como a dourada e a piramutaba. A proposta envolve países amazônicos e prevê ações conjuntas para preservar os rios e garantir o deslocamento dessas espécies.

Medidas focam conservação e uso sustentável

O plano estabelece iniciativas como monitoramento das rotas migratórias, incentivo à pesca sustentável e participação de comunidades locais. A proposta também busca integrar políticas públicas entre os países da região.

Especialistas apontam que a preservação dos rios é essencial para a sobrevivência dessas espécies, que dependem de longas distâncias para completar seus ciclos de vida.

Ariranha entra em lista de proteção internacional

Outro ponto aprovado foi a inclusão da ariranha na lista de espécies protegidas pela convenção. O animal, que vive em áreas alagadas da América do Sul, já foi afetado pela caça e perda de habitat.

Com a medida, a proteção internacional é ampliada, com foco na preservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

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