Caso José Arthur: MP acompanha buscas e investigações no Pará

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O desaparecimento do menino José Arthur Sousa Barros, de 1 ano e 6 meses, segue mobilizando autoridades e moradores em Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará. A criança foi vista pela última vez no dia 26 de março, por volta das 17h, enquanto brincava em frente à residência da família, na Vila Peruana, no Assentamento Lourival Santana.

Desde então, equipes de segurança e voluntários atuam em buscas na região. O caso é investigado pela Polícia Civil, que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do desaparecimento. Nesta quinta-feira (9), o Ministério Público do Estado do Pará divulgou nota oficial sobre o andamento das investigações.

MP acompanha investigações e destaca força-tarefa

De acordo com o órgão, a Promotoria de Justiça de Eldorado dos Carajás acompanha o caso de forma contínua. “A Promotoria de Justiça de Eldorado do Carajás, por meio de sua Promotora titular, Daniela Gomes Fonseca, informa que o Ministério Público do Estado (MPPA) está acompanhando, de forma permanente e rigorosa, as investigações sigilosas relativas ao desaparecimento da criança José Artur Sousa Barros, de 1 ano e 7 meses de idade, ocorrido no dia 26 de março de 2026, no Assentamento Lourival Santana, zona rural do município de Eldorado do Carajás/PA”, diz a nota.

O MP também informou que, desde o início das diligências, foi criada uma força-tarefa integrada com diferentes órgãos de segurança e resgate. “Desde o início das diligências, foi instituída uma força-tarefa integrada, com a participação da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Científica, Marinha do Brasil, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e do próprio Ministério Público, com o objetivo de empreender todos os esforços necessários à localização da criança.”

Buscas envolveram drones, cães farejadores e mergulhadores

Segundo o comunicado, diversas estratégias foram adotadas durante as buscas na área rural.

“No curso das buscas, foram realizadas diversas ações, incluindo varreduras em áreas extensas, utilização de cães farejadores, emprego de drones, uso de sonar em cursos d’água, atuação de mergulhadores, análise de imagens de câmeras de segurança, perícia em veículos, bem como a oitiva de moradores, familiares e integrantes da comunidade local. Todas essas medidas demonstram o empenho conjunto e contínuo das instituições envolvidas.”

Investigações continuam sob sigilo

Apesar do encerramento das buscas ostensivas, o Ministério Público reforçou que o caso segue em investigação.

“Embora as buscas ostensivas tenham sido formalmente encerradas, cumpre esclarecer que as investigações permanecem em curso, sob caráter sigiloso, com a adoção de novas diligências e estratégias investigativas”, completa a nota.

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