Mineração na Amazônia ganha destaque em congresso do Simineral com foco em sustentabilidade e desenvolvimento

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IV Congresso Técnico reúne especialistas e lideranças para debater futuro do setor mineral no Pará

O IV Congresso Técnico do Simineral consolidou-se como um dos principais fóruns de discussão sobre a mineração na Amazônia, reunindo empresas, especialistas, autoridades públicas e instituições para debater os rumos do setor. O evento destacou temas estratégicos como transparência, sustentabilidade, inovação e desenvolvimento regional, reforçando o protagonismo do Pará no cenário mineral brasileiro.

A programação evidenciou a importância de um debate técnico qualificado, com foco na evolução da atividade mineral e na geração de benefícios concretos para a sociedade. A iniciativa também ampliou o diálogo entre diferentes atores do setor, fortalecendo a construção de soluções alinhadas às demandas da região amazônica.


Debate técnico reforça transparência e responsabilidade no setor mineral

Durante o evento, o presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov, destacou que o Congresso foi idealizado para impulsionar melhorias contínuas na mineração.

“O Congresso foi criado para promover a melhoria contínua da mineração, com mais transparência e responsabilidade. O crescimento do setor exige conhecimento, diálogo e compromisso com benefícios concretos para a sociedade”, afirmou.

Já o presidente executivo do Simineral, Emerson Rocha, ressaltou o papel estratégico do encontro para o fortalecimento do setor.

“O IV Congresso Técnico do Simineral reafirma o compromisso do setor mineral com um debate qualificado, baseado em dados, transparência e responsabilidade. Este é um ambiente fundamental para construirmos caminhos para uma mineração cada vez mais eficiente, inovadora e conectada às demandas da Amazônia”, destacou.


Mineração legal e dados estratégicos entram no centro das discussões

Representando o poder público, o secretário adjunto da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Rodolpho Zahluth, enfatizou a relevância da transparência e da mineração legal.

“A apresentação dos dados da Carta Santarém é um marco importante, pois permite ampliar a transparência e mostrar à sociedade o que está sendo feito. Estamos falando de uma mineração legal, organizada e comprometida com boas práticas”, afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Mário Bastos, também destacou o potencial do estado.

“Não tenho dúvidas de que o Pará, em pouco tempo, se consolidará como o maior estado minerador do Brasil”, disse.


Cenário econômico e mineração: análise amplia visão estratégica

Um dos destaques da programação foi a participação do jornalista econômico Fernando Nakagawa, que apresentou uma análise sobre os cenários econômicos e seus impactos na mineração.

“Fiquei muito honrado com o convite para participar deste Congresso. Na minha visão, o evento funciona como uma extensão das discussões que vimos na COP, trazendo para o centro do debate temas essenciais sobre desenvolvimento, sustentabilidade e economia. Costumo dizer que a economia se parece muito com a previsão do tempo: envolve análise de dados, tendências e cenários, e é justamente isso que encontros como este ajudam a qualificar”, afirmou.


Carta Santarém e protagonismo do Pará no setor mineral

Ao longo do Congresso, a Carta Santarém foi destacada como um importante instrumento de monitoramento e análise do setor mineral, contribuindo para decisões mais estratégicas e baseadas em dados.

Com a ampliação do debate técnico e a participação de diferentes segmentos, o evento reforça o papel do Pará como referência na mineração no Brasil, apontando caminhos voltados à sustentabilidade, competitividade e geração de valor para a sociedade.


Apoio institucional e participação de grandes empresas

O IV Congresso Técnico do Simineral contou com apoio institucional de entidades como IBRAM, Sistema FIEPA, SEDEME e SEMAS. O evento também teve patrocínio de grandes empresas do setor mineral, como Corex, Bemisa, MRN, Alcoa, Vale, Hydro, ERO Brasil e G Mining.

Foto: Divulgação

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